quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Isto. Só quero isto.


A manhã preguiçosa que desvia a escuridão à velocidade languida de quem não tem pressa. Os raios frios do sol incandescente que serve só para dar circunstancialidade aos ponteiros do relógio, deliberadamente ignorados pela consciência de que hoje não há mais nada.

Só isto.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Dica de nutrição #6





Ovos mexidos com sumo de lima, gengibre e pimenta.

É sexta-feira, yeah! E não, este não foi o meu jantar. Já está mais que provado que sou uma miúda de alimento e um ovo mexido não puxa carroça. Mas tinha mesmo de experimentar isto, e está mais que aprovado: o meu verão ainda vai ver ovos com sumo de lima muitas vezes.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Interregnos













Limpar totalmente o mapa mental de qualquer poluíção ou ruído laboral é difícil. Eu diria até que é impossível, pelo menos, quando a paixão pelo que e faz é desarmante.
Mas há que tentar. Há que fugir para onde a civilização se esqueceu de lançar a evolução, para onde o telemóvel tem pouca rede, para onde a internet é um luxo quase inacessível (ok, não fui o caso, but you get the point).

E, mesmo que psicologicamente agonizante, uma fuga de interregno - em que o sol e o vento se sobrepuseram ao cinzento e ar condicionado - não deve, nem pode, sob qualquer circunstância, ser recusada.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

E como eu gosto de vocês











E de férias. E de comer - eu gosto mesmo de comer. E nem a chuva de agosto me esmorece o entusiasmo da boa companhia, aquela que se quer repetida, vezes sem conta, com ou sem alterações da fórmula nuclear.

[E a tosta de frango também ajuda. E mesmo o sumo de melancia - aquele que é água com açúcar - parece ser o topping perfeito de uma tarde que não precisava de mais nada. Bom, se calhar de um bocadinho de sol, mas hey, não vamos pedir demais.]

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Dias demasiado bons











O problema de dias demasiado bons é que o tempo insiste em tornar-se num inimigo, ou, então, em imitar o Bolt e correr como se a vida dependesse disso. O problema de dias demasiado bons é que existem para dar lugar à desilusão do dia a seguir, que se deita com um sorriso de escárnio e promessa de curva descendente.
Mas a vantagem dos dias demasiado bons é que são para sempre.


P.S.: Gosto mesmo de pequenos-almoços de hotel.